Outubro/25 foi um buraco (ROAS 0,07, provável quebra de rastreio ou lançamento falho). A operação virou a chave em novembro e, de dezembro em diante, roda estável perto de 1,3. Os dois últimos meses fechados sobem para 1,47 e 1,48. Tendência de alta.
O vazamento mais caro está no clique para a página: de cada 100 cliques pagos, só 32 viram visualização de página. Isso é página lenta, gente que desiste no carregamento ou clique de baixa qualidade. Consertar essa etapa é o maior ganho barato do funil, porque a gente já pagou pelo clique.
| Anúncio | ROAS | Investido | Faturado | CTR |
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Padrão claro: vídeo e oferta com preço-âncora ("por R$29 mês", "R$0,95 no dia", plano de 7 dias com preço na página) puxam o resultado. O campeão de eficiência, "Cabelo ao vento andando" com ROAS 4,12, gastou pouco e rendeu muito. É onde vale testar mais verba e produzir variações.
A campanha PERPÉTUO PVE IG QUENTE sozinha fez R$60,6k virarem R$120,2k (ROAS 1,98), um terço de tudo. Existem 8 campanhas acima de ROAS 1,5 que aguentam mais verba. Direcionar orçamento pra elas sobe o ROAS médio sem inventar nada.
R$ 28,2 mil foram para campanhas com ROAS 0. Parte é relacionamento e captação (que não vendem direto, tudo bem), mas há 4 posts de Instagram impulsionados que queimaram R$4,5k, R$2,6k, R$2,6k e R$2,3k com zero compra e zero lead. Corte seco.
Só 72 leads qualificados no ano, a um custo absurdo de R$3.872 cada. Ou o pixel/conversão personalizada está mal configurado, ou não está sendo usado na otimização. Isso cega o algoritmo: ele otimiza no escuro. Arrumar isso é prioridade.
Os meses recentes têm ROAS melhor (1,47), porém o CPA subiu de R$61 (dez) para ~R$159-193 e o volume de compras caiu de 387 para 177. A conta está mais eficiente por real, mas comprando menos e mais caro. Vale decidir: priorizar margem ou voltar a escalar volume.